História

VIGÁRIOS DA PÁROQUIA DO SENHOR BOM JESUS

De 1895 a 1896 Pe. Felippe Speranza (Criado o curato em 1895)

De 1896 a 1897 – Pe. Dario Azzi

De 1897 a . Côn. Elisiário Martim Pedroso

De 1901 a 1903 – Pc. José Antonio Gonçalves Rezende

De 1904 a 1910 – Anexada a Dois Córregos

De 1911 a 1912 – Pe. Luis Priuli (Criada a Paróquia em 1910)

De 1912 a 1914 – Pe. Roque Scafoglio

De 1914 a 1919 – Pc. Antonio Mendes Correia

De 1919 a 1921- Pc. Vicente Coiro

De 1921 a 1922 – Pe. Roque Scafoglio

De 1922 a 1924 – Pc. Francisco Serra

De 1924 a 1924 – Pe. Felippe Alonso

De 1924 a 1926 – Pc. Esmerino Gomes da Silva

De 1926 a 1926 – Côo. Domingos Sars (Pró- Vigário)

De 1926 a 1927 – Pc. Francisco A. Cangro

De 1927 a 1929 – Pc. José Soares

De 1929 a 1930 – Pc. José Paschoal

De 1930 a 1930 – Pc. João Montalvo

De 1930 a 1932 – Pe. Eufrásio Palácio

De 1932 a 1936 – Pc. Antonio Centeino

De 1936 a 1936 – Pc. Francisco Vieira

De 1936 a 1941- Pc. João Frutuoso da Costa

De 1941 a 1942 – Pe. Públio Antonio C. Bardon

De 1942 a 1943 – Pe. Regino Garcia

De 1943 a 1944 – Pe. agostinianos

De 1944 a 1945 – Pc. João Jansen

De 1945 a 1950 – Pe. Gregório B.

De 1950 a 1951 – Pc. Paulino Galbusero

De 1951 a 1957 – Pe. Tobias Colueei

De 1957 a 1958 – Pe. Francisco de Salle Buck Ferreira

De 1958 a 1959 – Pe. Manoel de Souza Cardoso

De 1959 a 1962 – Pc. Afrânio Maria Ramalho Machado

De 1962 a 1964 – Pc. José Andreatta

De 1964 a 1982 – Pc. Hermes José Gaio

De 1982 a 1987 – Pe. Cláudio Borelli.

De 1987 – Pe. Milton Antonio Vendrametto

 De 1992 Pe Paulo Fernando Dalla Dea

De 1996 Pe. José Nieto

1998 – Pe. Cézar

2008 – Pe. Paulo Henrique Facin

2009 – Pe. Nilson Francisco

 2011 – Pe. Marcos

2012 – Pe. José Carneiro

 DOAÇÕES PARA A FORMAÇÃO DO PATRIMÔNIO

Os 22 alqueires que formaram o patrimônio da “Capela do Senhor Bom Jesus de Mineiros”, foram doados através de 17 escrituras particulares (12) passadas a favor da Igreja Católica.

As terras a que se referem essas escrituras de doação saíram todas daquela fazenda que antigamente se denominava “Mineiros” (ou “Ribeirão Silvério”, ou ainda “Ribeirão São João”), cujo primeiro posseiro foi o tenente Manoel Joaquim Lopes. Os doadores eram, portanto, sucessores do tenente Lopes naquela propriedade. A presença de tantos doadores de terras se explica pelo fato de serem eles donos de áreas da mesma fazenda. E como a Igreja fez parte do Estado até 1890, à doação de uma pequena fatia à Igreja, dava ao doador o direito a uma cópia da escritura de doação um documento importante no caso de futuras demandas judiciais.

Os 4 primeiros alqueires foram doados por Vicente Valério dos Santos, através de duas escrituras passadas em Dois Córregos. Já as demais foram lavradas em Mineiros do Tietê. Essas doações foram feitas em épocas diferentes, dividindo-se em três fases distintas. Na primeira fase Vicente Valério dos Santos doou seus 4 alqueires por iniciativa própria, em 1884. Na segunda fase, no ano de 1887, já se percebe que outros sucessores da fazenda Mineiros resolveram acompanhar o raciocínio de Vicente Valério dos Santos, e essa iniciativa foi bem sucedida, pois nesse mesmo ano a Igreja provisionou a construção da capela matriz, primeiro passo para a criação da Paróquia. Mas a última fase de doações deve ser tida como cívica; nela outros sucessores da fazenda também doaram terras, completando a quantia mínima de alqueires exigida pela Igreja (em tomo de vinte), delimitando, assim, a área urbana e tomudo viável a elevação a Município e a criação da Paróquia.

1ºFASE, ANO DE 1884

 Vicente Valério dos Santos, em 18 de maio de 1884 – 2 alqueires. Vicente Valério dos Santos, em 18 de maio de 1884 – mais 2 alqueires. 2 fase do ano 1887

Fernando Antonio de Oliveira e sua mulher Anna Luiza de Oliveira, em 11 de janeiro de 1887 – 2 alqueires.

José Joaquim e sua mulher Sabina Francisca de Paula, em 23 de julho de 1887 – 2 alqueires.

(12) . Relação de doadores fornecida pelo Arquivo de Arquidicena de São Paulo – SP. Gentileza do Chefe do Arquivo. historiador Wanderley dos Santos.

Justino Pires dos Santos e sua mulher Francisca do Carmo, em 24 de julho de 1887 – 1 alqueire.

Manuel Dutra Lopes e sua mulher Delfina Maria de Jesus, em

26 de julho de 1887 – 1 alqueire.

Manoel José Pereira e sua mulher Maria Cândida de Jesus, em

2 de agosto de 1887 – 1 alqueire.

José e sua mulher Maria Joaquina da Conceição, em 3 de agosto de 1887 – 1 alqueire.

 31º FASE – ANO DE 1896

 Tenente JOSÉ VALENTIM BORGES e sua mulher THEREZA FERNANDES

NEGRÃO, em 1 de fevereiro de 1896 – 1 alqueire.

MANUEL JOAQUIM DA SILVA RAMOS e sua mulher MARIA CORRDE JESUS, em 1 de fevereiro de 1896 – 1 alqueire.

FERNANDO JOSÉ FERREIRA e sua mulher IGNACIA MARIA DA CONCEIÇÃO, em 1 de fevereiro de 1896 – 1 alqueire.

JOAQUIM GOMES DE LIMA e sua mulher MARIA VICTORIA DE JESUS,

em 1 de fevereiro de 1896 – meio alqueire.

FRANCISCA MARIA DE JESUS, em 7 de fevereiro de 1896 – 2 alqueires. Dr. DIOCLECIANO PEGADO, em 21 de fevereiro de 1896 – 1 alqueire. LUDOVINO FERREIRA DA SILVA TERRA e sua mulher MARIA BÁRBARA DE OLIVEIRA TERRA, em 21 de fevereiro de 1896 – 1 alqueire.

IGNACIO MAMENDES BORGES e sua mulher MARIA DAS DORES BORGES, em 21 de fevereiro de 1896 – meio alqueire.

JOÃO FRANCISCO DE PAULA e sua mulher MARIA JOANNA DE RAMOS, em 24 de julho de 1896 – 2 alqueires doados.

INÍCIO DA POVOAÇÃO

Como já dissemos anteriormente, uma igrejinha rústica servia aos sitiantes do bairro dos Mineiros, construída dentro das terras do tenente Lopes e por sua iniciativa. Essa informação, colhida do depoimento de Dona Alice Dias de Almeida Lima, coincide em princípios com a tradição oral, mineiros tieteense, que também fala de uma capela, certamente a mesma, erguida em louvor a Santa Cruz.

Esse pequeno templo teria sido usado pelo padre de Brotas, até 1866, por ocasião de suas visitas. Depois disso, com a criação do curato na vila de Dois Córregos, coube aos padres dessa Paróquia dar atendimento a Mineiros.

O aumento da população rural justifica o estabelecimento comercial de José Venâncio de Azevedo (um botequim, segundo ainda a tradição oral mineiros tieteense), localizado em área de reuniões populares – perto do oratório ou capela. Sendo o tenente Lopes proprietário de milhares de alqueires, não iria se importar com algumas poucas casas em tomo da capela, ainda que construídas irregularmente em suas terras; como patriarca da região, por certo se orgulhava do sucesso da igrejinha. E quanto à construção da capela de São Benedito, ainda em terras das Fazendas de Mineiros, devemos entender que foi obra mais recente, quando a população aumentou e teve recursos para erguer um templo maior, que abrigasse a todos.

Até 1890, quando a Igreja se separou do Governo, a doação de terras ao patrimônio católico era um bom negócio também para o doador. Mesmo que uma pessoa doasse terras à Igreja por pura caridade, não deixaria de lucrar com isso: receberia em troca uma escritura de doação que praticamente o reconhecia como dono do restante da propriedade.

Se essas poucas moradias, irregulares perante a Lei, não incomodaram a tenente Lopes e herdeiros, o mesmo não aconteceria depois, quando a fazenda Mineiros, já possuía novos sucessores que passaram a ver com outros olhos a invasão. Assim os 4 alqueires doados em 1884, por Vicente Valério dos Santos, além de abrir as portas para a legalização do povoado que já tomava forma, ajudou igualmente o doador, documentando-o contra a ampliação da área. invadida (a tradição popular menciona Garibaldi di Lona, que teria construído casas de aluguel na fazenda Mineiros; se essas terras pertences sem de fato a esse italiano ou a outros moradores, Vicente Valério não poderia tê-las doado à Igreja).

Garibaldi di Luna, considerado o patrono dos músicos mineirenses, também residiu em Dois Córregos. O boletim “XXIX – Comarca de Dois Córregos”, publicado em 1895 pela Câmara Municipal daquela cidade, informa que ele era empregado da Câmara, onde exercia único cargo de Fiscal do Município (naquele tempo as Câmaras municipais também tinham o poder executivo, hoje a cargo das prefeituras).

O fato de Garibaldi di Luna ter fixado residência no início de Mineiros, não deve ser tido, porém, como um caso único: muitos outros imigrantes aqui certamente estiveram, apenas a história não guardou seus nomes. O sucesso cafeeiro na região, combinado com a posterior construção da ferrovia, atraiu uma massa de lavradores estrangeiros que aumentou a população em geral, criando espaço para profissionais como sapateiros, alfaiates, professores, etc., atividades que se desenvolvem em povoações e por pessoas de hábitos urbanos. O aumento populacional, portanto, teria forçado o surgimento da vila, independentemente de atos ou leis oficiais.

A própria visita de D. PedroII a Mineiros em 1886, para a inauguração 1º Estação ferroviária, já é uma prova de que ali existia vida urbana, pois ao Imperador não ficaria bem inaugurar uma Estação construída no meio do mato, com o que correria o risco de ser criticado pelos seus opositores na Corte, que eram muitos. E essa inauguração acontecia antes mesmo de ser criado o Distrito, a demonstrar que o povoado nascia naturalmente, em zona tida como rural.

Mesmo a Paróquia, estava longe de ser criada, tanto que a Provisão autorizando a construção da Igreja Matriz somente sairia em 27 de agosto de 1887, no ano seguinte à visita do Imperador:

“Fizemos saber que atendendo ao que nos representarão os habitantes do bairro denominado dos destritos da Paróquia de Dois Córregos deste Bispado: Havemos por bem, pela presente, conceder licença, para que no referido bairro se possa erigir e fundar uma Capela sob a invocação do Senhor Bom Jesus, com tanto que seja em lugar alto, livre de humidade, retirado quando possível de lugares imundos e casas particulares, e que tenha âmbito em roda para andarem procissões, sendo o local para tal fundação designado pelo Reverendíssimo Parocho respectivo a que autorizamos para benser a primeira pedra do edifício, na forma do Ritual Romano. Na mesma Capela não se poderão celebrar os Ofícios Divinos, sem nova Provisão precedendo informação parochial de achar-se ella provida de paramentos, precisas e tendo em vista a informação do Revmo. Paroco respectivo e habilitada com o competente patrimônio…” (Livro de Tombo do Arquivo da Mitra Arquidiocesana, São Paulo-SP, Folha 42).

Essa provisão foi passada por D. Lino Deodato Rodrigues de Carvalho, Bispo de S. Paulo, e incluía as doações de terras de 1887, suficientes para se autorizar a construção da Igreja Matriz. Muito embora essa Provisão tenha saído, devido a um trabalho político junto às autoridades eclesiásticas, já que a Igreja fazia parte integrante do Estado. Tanto que a Ata da Sessão Extraordinária da Câmara Municipal de Dois Córregos, de 8 de dezembro de 1887, registra a irritação de um vereador dois-correguense, contra a construção da capela de Senhor Bom Jesus:

“Foi indicado pelo vereador Silva Terra que se faça uma representação à Assembléia Provincial, contra a projetada criação da Capela do Bairro dos Mineiros, visto como esta Câmara reconhece, assim como o público quase que em sua totalidade, a inutilidade dessa Capela…”

Podemos ainda supor que dois motivos principais forçavam os sucessores da fazenda Mineiros a doar terras para a formação da Paróquia; o primeiro seria o de pressões políticas, pois pessoas influentes da comunidade mineirense queriam o progresso do bairro; o segundo motivo seria o interesse dos próprios sucessores: doando à Igreja terras já tomadas, nada perderiam com isso, além de ganhar em troca documentos oficiais que delimitariam a área de atuação dos posseiros urbanos.

Em 1895 seria criado o curato, mas a Paróquia somente se tornaria viável com as doações de terras ao patrimônio feitas em 1896. A construção demorada do prédio da Matriz, porém, atrasou á criação da Paróquia, que somente aconteceria em 1910. sendo inaugurada em 1911.

A PRIMEIRA CAPELA

A primeira capela de Mineiros, conforme relato de Alice Dias de Almeida Lima, foi construído antes da capela de Jaú, por ordem do tenente Manoel Joaquim Lopes e nas terras dele, na fazenda chamada Mineiros. Tenente Lopes, pelo menos uma vez por semana, vinha a Mineiros para rever os amigos e visitar a capela, pois morava no lado jauense da fazenda São João, também de sua propriedade. Mas de manhã, durante sua vinda a Mineiros, tinha de caminhar no rumo leste e então o sol nascente incomodava seus olhos durante o tempo todo.

O mesmo acontecia no período da tarde quando retornava à fazenda São João: tendo de seguir na direção oeste, o sol poente atingia seu rosto de frente, transformando numa viagem penosa aquele que deveria ser um tranqüilo passeio. Esse foi um dos motivos que levaram o tenente Lopes a liderar o movimento pela fundação da capela de Jaú, que teria ainda a vantagem de ficar mais próxima da sede da fazenda São João, onde ele morava. Na parte da manhã, quando seguisse para oeste, em sua ida à capela de Jaú, o sol não mais o pegaria de frente, e também durante a tarde, quando retornasse à fazenda, deixaria o sol poente para trás (chamamos de capela ao simples oratório, sem provisão da Igreja).

Depois da fundação da capela jauense, as viagens do tenente a Mineiros diminuíram bastante; e então os mineirenses costumavam dizer, em tom de piada, que o tenente Lopes tinha trocado o sol na cara pelo sol no cangote. (A expressão “sol no cangote” quer dizer “sol nas costas”, no linguajar caboclo).

 Heusner Grael Tablas e Nelson Natal Botura

UM POUCO DA HISTÓRIA DE MINEIROS DO TIETÊ

Aqui há muitos anos atrás era uma floresta.

Tudo começou em meados do século XIX com a chegada de alguns tropeiros vindo de Alfenas, Minas Gerais, que pararam a beira do Ribeirão São João e do Peixe para descansar. Mas acabaram ficando, pois as terras eram boas para plantar. Tinha o Rio Tietê com muitos peixes e bom para navegar.

Foi passando o tempo e mais famílias chegando, entre elas: Correa de Mello, Dutra Lopes, Gomes e Alves Pereira. Esse lugar passou a ser chamado de Bairro dos Mineiros por causa dos mineiros vindos de Minas Gerais. Vicente Valério dos Santos e Manoel Joaquim Lopes que por volta de 1.875, construíram a capela de Santa Cruz que hoje é São Benedito por isso Vicente Valério dos Santos é considerado o fundador de Mineiros.

Ao lado da capela surgiu o botequim de José Venâncio de Azevedo. Também um italiano chamado Garibaldi de Luna construiu diversas casas de aluguel e foi maestro da 1ª banda musical. Outro italiano, Salvador Vináglia, também contribuiu para o desenvolvimento, organizando diversas chácaras e doando-as aos colonos para cultivo da terra.

Com o sucesso das plantações de café trouxeram o desenvolvimento, mas como o transporte dessa colheita era difícil para levar até São Paulo e Santos, foi construída a estrada de ferro que foi inaugurada no ano de 1886 por Dom Pedro II.Para fazer a Inauguração vieram Dom Pedro II e Tereza Cristina que se hospedaram no casarão da fazenda Imperial que chama a atenção por sua edificação. O casal veio seguindo a rota dos bandeirantes, pelo Rio Tietê. Com 1.200 metros quadrados de construção e 22 cômodos, o casarão fica na Fazenda Imperial. Na época, chamava-se Fazenda Banharão e pertencia a José Emídio de Almeida Cardia. Para a vinda do casal imperial, o fazendeiro preparou o imóvel durante seis anos, para que ficasse de acordo com as exigências do monarca. Segundo registros da época, foram feitos afrescos nas paredes de toda a casa por pintores portugueses.

Naquela época a nossa cidade apresentava o aspecto de um bairro simples, com casas de barro e madeira. As ruas eram chão batido, só mais tarde as ruas foram calçadas com paralelepípedos, lá pelos anos de 1.948 a 1951.

As primeiras ruas foram : Rua Municipal, Rua do Comércio, Rua São Paulo, Rua Antonio Botelho. Mineiros tornou-se município no dia 29 de agosto de 1.898 sendo que a nova denominação Mineiros do Tietê ocorreu por Decreto em 1.944.

A cidade foi crescendo com a ajuda das famílias de italianos nas lavouras de café. Naquela época a população das fazendas era 5.179, enquanto que na cidade era de 1.372. Porém tudo começou a mudar com a crise do café e algodão.

Foi no ano de 1.940 que a Usina da BARRA BONITA começou a plantar cana-de-açúcar. Atualmente ela pertence ao grupo Raizen.

As pessoas que moravam nas fazendas foram para as cidades. Mudou-se o estilo de economia, hoje a renda concentra-se na mão-de-obra salarial, no trabalho do corte de cana, pequena lavouras , comércio e algumas indústrias.

A população de Mineiros do Tietê hoje é de aproximadamente 13.000 habitantes. No dia 29 completou 114 anos, e com certeza esta nossa cidade estará sempre se desenvolvendo para poder dar aos seus filhos o que estes merecem.

(Texto lido na Missa em Ação de Graças ao aniversário da cidade, no dia 26/08/12 pelo Diretor do Departamento Municipal de Educação Rubens)

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